resoluções de ano novo/ post esquizofrenico 3
28 Janeiro, 2008
Eu tenho me comprometido em mudar algumas atitudes minhas, principalmente em me satisfazer mais no meu trabalho, ser mais eficiente. Quero lutar por um pouco mais de tempo para descansar. Para isso eu tenho que enfrentar a fera.
Continuo meu caminha para o auto-conhecimento. Tenho trilhado um caminho autodidata. È mais demorado, porém constrói bases mais sólidas. A verdade é que continuo sem grana pra investir mais em mim além dos meus consumismos.
Tenho desfrutado de uma liberdade que há tempos na curtia. Há um 1 ½ ano. Agora percebo as coisas com mais clareza. Quase cometi um grande erro. Desculpa (a possível) franqueza, mas é verdade.
Mas liberdade traz mais responsabilidade com as nossas escolhas. Ainda vivo cheio de dilemas. Não sei o que me faz feliz. E ainda não entendo que a felicidade não está em muitas lugares onde eu insisto em procurar.
Por isso eu acredito na importância do auto-conhecimento. Aprendi isso num livro de negócios. Que também me deu o título do blog. Um salto quântico… o que isso quer dizer ao certo?
Minha felicidade não vai estar em eu pegar mais ou menos mulheres, em comprar mais ou menos coisas. As viagens podem me ajudar no meu processo. Mas se eu não focar nisso vai ser apenas desperdício.
Eu acredito que felicidade não está nas coisas que me fazem igual a um animal, nem naquilo que me faz igual a um homem… mas pensar isso deixa tudo meio sem graça… tudo muito certo. É minha resistência interna…
Percebo agora que me conhecer é conhecer as varias facetas do amor… amar, não o amar Romântico, vocês sabem… Mas eu quero alguém pra mim assim mesmo… e não consigo me convencer do contrário…
Pro-atividade, isso é a senha para tudo. Sair da zona de conforto, diminuir a preguiça, criar coragem, agir… etc…
Não estou gostando de novo…
Quando estou lendo me vem um monte à mente, agora nada. Que saco… que raso… que chato…
Eu não estou feliz…. não me sinto útil, não me sinto relaxado… minha vida por anos tem sido um enorme e grande tensão… Não consigo ser eu mesmo a maioria do tempo, não consigo deixar de divagar o tempo inteiro…Será que sair mais, ir ao cinema,teatro, show de musica, toda semana vai me deixar melhor… o que eu quero de verdade…… Será preguiça minha, falta de pro-atividade? Quero que os insights, que sempre acometeram diariamente voltem… Eu agora tenho mais capacidade de realização… Apesar de que eu poderia estar a anos luz…
Minha infelicidade começa em mim mesmo… Eu me ventando diariamente… porque? Não consigo enxergar. Eu sou muito acomodado…. que mais…
Egoísta… eu acredito que meu filho e meu trabalho já me tiram todo o tempo do mundo, e por isso não devo mais nada a ninguém… mas ficar na minha estou deixando de fazer outras coisas… tem a ver com isso…… quando posso fico na internet o dia inteiro… na faço porra nenhuma…
Fazer mais coisas com pessoas diferentes iria me ajudar…
Mas ainda está tudo muito raso…
Eu busco com isso é mais reconhecimento… minha timidez não me permite as pessoas se aproximarem, e eu sinto falto de receber mais de outras pessoas, meus amigos de sempre já não tem me satisfeito mais…
E me leva pra minha carência… de que?
Deu um friozinho na barriga agora… Esse exercício me fez pensar em coisas que não tinha percebido… gostei…. hehehe….
eu nunca vou esquecer aquele beijo
14 Abril, 2007
que foi muito ruim…
Foi forçado, faltou alguma coisa… foi incosequente…
O jeito como ele se mexia, parecia uma minhoca tentando ser sexy…
Logo com ela, que já havia beijado tanta vezes, que sempre foi bom, sempre me deixou apaixonado… ela que 1 ou 2 anos depois se tornaria a mulher que eu mais amei até hoje… e que hoje é uma pessoa de um passado glacial….
para ser o primeiro, coloque as pessoas na frente…
8 Abril, 2007
Por favor, sai comigo…
Não
Por que?
Porque não estou afim
Estou tão sozinho hoje, ninguém quer sair comigo.
Tá, mas você sabe que eu não me sinto mais a vontade ao seu lado
Eu sei, desculpa… Eu liguei para um monte de gente, ninguém se habilitou… você foi minha última opção… já que não pode mais ser a primeira…
show da m.m.
20 Março, 2007

Ontem fui com a G. ao show da Marisa Monte. A convidei para aquele show, comprando os ingressos com mais de 3 semanas de antecedência, mais para fazer um agrado e facilitar a nossa volta (depois de umas semanas separados, devido a falhas de comunicação). A verdade é que nunca fiz questão de ir ao um show dessa cantora
A Marisa Monte sempre me passou uma imagem esnobe, de uma artista que se acha acima dos reles mortais. Fui ao show sem esperar nada além de uma bela cenografia (uma amiga me falou de uns painéis que se mexiam durante o show…)
Ao fim do show estava muito satisfeito com o que havia visto. Primeiro a Marisa Monte foi muito simpática durante todo o espetáculo. Conversou um pouco, fez algumas piadinhas (todas passando a impressão de terem sido devidamente ensaiadas, mas fez piadinhas….). Sempre com sorriso no rosto e demonstrando prazer em estar lá, tocando e cantando. E fazendo umas coreografias com o braço que eu considero de gosto duvidoso… hehehehe
A cenografia realmente foi um espetáculo à parte. Com um visual minimalista e bastante sofisticado, o palco era composto por blocos retangulares, revestidos de tecido branco que se mexiam, acendiam e apagavam, além de transmitir imagens. Esses blocos ficavam nas laterais e havia um bloco imenso sobre palco.
A primeira música do show foi executada no escuro total, quando as luzes se acenderam no início da segunda a musica o povão foi ao delírio.
O show seguiu mesclando músicas de todas as fases da artista com blocos móveis se acendendo e se apagando nos momentos exatos! Em algumas músicas ela botou a platéia para fazer coro com muita competência. Ela é realmente muito carismática.. nunca esperei isso dela.
Gostei da forma que ela foi apresentando os músicos: um por vez, ao final de cada música.
E final tb foi execelente. Depois do bis (de duas músicas, básico…) os músicos saíram e a meia luz ela começou a cantar a capela a musica “bem que se quis”. O público começou a cantar junto. As luzes se apagaram e quando a platéia terminou de cantar Marisa Monte não estava mais lá…
100% show busines. Mas de muito bom gosto. A fina flor da expressão artística/musical brasileira. No site dela, além de você encontrar toda a ficha técnica do show, que eu estou com preguiça de crtl-c, crtv-v para cá, podemos ver aque ela vai dar um role pelo mundo em Março/Abril. Tocando pela Autrália, Japão, Coréia e China… que inveja… ou não…
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Aproveitando que estamos aqui resolvi comentar algo sobre meu lado calhorda. Hehehe
No show, eu sentei com a G. na primeira fileira, e logo atrás de nós tinha um grupo de meninas bem bonitas e que pelo sotaque eram do sul, tchê!
Elas eram bem bonitinhas e comecei a fazer umas caricias na G. só imaginando o que elas achariam. Tentei provocar as meninas, provocando a G. Fazia carícias na nunca dela, bem devagar, via que ela estava adorando, e imaginava as gaúchas morrendo de vontade de receber uma carícia tb. Depois roçava meu rosto nos ombros nus da G. Tudo muito sutil e muito carinhoso.
Abraçava-a e tentava dar o beijo mais sexy que eu poderia dar. Aquele beijo leve, em que os lábios mal se tocam, apenas sentem e imaginam a gosto da boca do outro. A minha língua apenas cumprimenta a dela. Tudo rápido, ligeiro, sexy, descontraido. Como se beijar alguém fosse tão natural quanto beber um copo de água quando se tem sede, muita sede. Sem chupões desesperados em público… Por que, afinal, eu tb tinha minha platéia….
Pergunta alla Neruda
16 Março, 2007
A sabedoria popular diz que ninguém é insubstituível…
E eu, sou insubstituível para mim mesmo?
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Em breve:
O termo de busca que mais tra gente ao meu blog é como esquecer a ex-namorada…
è dificil… mas a gente consegue…
o importante é ter elegância
1 Março, 2007
Pois é, mesmo depois de tudo, eu ainda comprei um presente para ela… direto de Paris.
Fiquei puto com a frieza com que ela respondeu meus e-mails… Reclamei pra caramba quando ela me ligou pra saber como eu estava…
Depois fiquei com peso na consciência: Eu reclamo da sua frieza, mas quando ela me liga pra saber como estou, eu só reclamo dela…
Então dei os presentes, pedi desculpas pelo meu comportamento… Talvez não devesse ter feito isso, mas pelo menos fico mais tranquilo comigo mesmo.
Por mais que a pessoa esteja errada, que tenha te feito sofrer, qualquer deslize seu pode ser usado contra você mais tarde…
Eu sei que a vontade é de mandar ir tomar no cu. Num primeiro momento esses atos impensados geram uma descarga emocional bastante satisfatória, mas depois o arrependimento vem, infalivelmente…
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Na Veja de 31 de Janeiro, foi publicado um perfil do João Doria Jr., que segundo a revista é uma das pessoas mais influentes e bem relacionadas com os grandes executivos, políticos e etc. do Brasil. Para ser uma pessoa bem sucedida ele dá uma dica preciosa: Nunca fale mal de ninguém, mesmo que a pessoa mereça.
Difícil de seguir isso a risca, mas mesmo antes de ler a revista eu já vinha pensando nas conseqüências de se falar dos outros pelas costas.
Eu falei mal pra caralho da Juliana, pra quem quisesse ouvir… hoje me arrependo um pouco, deveria ter sido mais seletivo.
Diário do trato parte I / post esquizofrenico II
23 Fevereiro, 2007
Não estou mais achando Paris um saco. Mas eu ainda estou depre pra caramba. Eu sei que eu nunca vou me entender com ela. Então porque eu fico me lamuriando o tempo todo?
Sei lá e tão complicado.
É coisa de orgulho ferido mesmo. Como pode uma pessoa ficar fodendo com a minha vida? Como pode eu não conseguir nem tirar dela as respostas que eu quero? Eu sou uma presa fácil admito. Mas eu acho que já deu…
Atualmente o que eu penso é: ela não vai me ver em abril como a gente combinou depois de ter feito o trato. E hoje em dia duvido até que ela vai me ligar na data combinada. Se eu quiser ouvir um não oficial, vou ter que ir atrás.
Ela é uma pessoas que sabe se fazer especial. Tem um jeitinho de que precisa sempre da proteção de alguém. Que é indefesa. Que ama incondicionalmente. Quando ela quer é a pessoa mais dócil e apaixonante com quem já me envolvi. Mas é só dar um brecha, a mínima possível e ela monta em você.
Não é possível, ela só pode gostar é de usar as pessoas, eu acredito nisso. Ela inventa histórias, tem sempre uma desculpa na ponta da língua. Ela realmente é muito boa. Mas eu sou mais eu.
Eu sei que ela põe fotinhas felizes na merda do fotolog dela. Que escreve declarações de amor pros amigos. Que tudo parece lindo. Mas eu sei que quando ela deita sozinha na cama, quando ela encosta a cabeça no traviseiro e tenta dormir, ela não é feliz de verdade. Ninguém é, eu não sou. Mas eu sei que a vida dela está muito mais incompleta… Ela não precisa de motivos pra ser infeliz, mas ela vai atrás. Ela complica, não sabe se preservar…
Beleza, eu também dou trela… eu sempre acredito que um dia ela vai me surpreender, que um dia vai tirar todas as impressões ruins que eu tenho dela e me fazer arrepender de um dia ter escrito essas palavras…
Afinal, essas são apenas as reclamações de alguém como eu… Mimado, com dinheiro, que nunca precisou fazer muito esforço. Ela inventa as infelicidades dela, eu invento meus problemas e complicações.
O lance é que eu sou carente pra caralho… e digo na bucha. Por isso eu não me identifico aqui… E se me descobrirem eu nego tudo….
Tristeza sem fim…
20 Fevereiro, 2007
Um tempo atrás fui à livraria cultura. Na seção de quadrinhos tinha um cujo título era “Mas ele diz que me ama”. A autora conta a história do relacionamento com seu ex-marido. Eu só folheei a revista, mas parece que o cara, durante anos, manteve um relacionamento com ela que intercalava momentos de dominção, com indiferença, ora desprezo e muito mais…
Acho que na contra-capa do quadrinho ela diz algo que me marcou. Ela diz (mais ou menos assim) que depois de anos de sofrimento o que mais ela estranha não foi a forma como o ex a tratou e sim como ela conviveu tanto tempo com aquilo e não o abandonou muito tempo antes.
A possibilidade de cair nesse tipo de situação simplesmente me deixa em pânico. Quem ler o ultimo post antes desse, ve a alegria com que eu estava encarando não estar preso a ninguém.
Mas bastou alguns telefonemas e eu me encontrar com ela. que fudeu tudo. Porra que merda. A gente se encontrou depois de meses dela me tratando com desprezo e indiferença. E bastou ela me dizer algumas coisa bonitinhas e o quanto ainda gosta de mim que eu fiquei todo apaixonado de novo. Eu fiquei tão feliz e anestesiado de estar ao seu lado que não consegui tirar dela uma resposta convincente do porque ela me tratou daquele jeito. Tão idiota eu estava que acabei aceitando um trato ridiculo…
A gente não vai se ver durante 10 meses. Ao fim desse tempo a gente se encontra. Se ainda a gente sentir vontade de ficar nós voltamos e casamos…
COMO EU SOU IDIOTA!
Porque ela faz isso comigo, porque fica me colacando de molho? Se ela quisesse voltar de verdade teria feito. Isso é fato. E até eu, em toda a minha idiotice, percebo isso.
Só queria que ela fosse verdadeira comigo, queria saber se ela quer 10 meses pra dar uma resposta porque ela esta tao insegura quanto eu e que se depois de 10 meses eu ainda a quiser isso seria uma grande prova de amor. Isso é a opção mais romantica que eu consegui imaginar
A segunda opção: Ela sente alguma coisa por mim, não sabe o que é. E enquanto ela descobre me deixa de molho.
A terceira e mais catastrofica opção: Ela esta me fazendo de otário. (mais do que eu poderia pensar com a primeira e a segunda opção) Tipol me fazendo de otário por puro sadismo.
Caralho, por que?
Porque eu aceitei esse maldito trato.
Cara, eu estou pela primeira vez em Paris, escrevendo de um ape ao lado do Louvre. E estou achando uma merda estar aqui. Estou achando Paris um saco… Por que eu estou uma merda…
Trocaria essa uma semana aqui pelas respostas sinceras dela…
todo dia
7 Fevereiro, 2007
Otimista como eu sou, vejo uma coisa legal em não estar apaixonado nem amando ninguém…
É que todo dia eu me apaixono por alguém diferente. Fico apaixonado por toda mulher que dá um sorriso. Fico apaixonado por toda mulher desconhecida que se dispõe a trocar meio dedo de prosa comigo. Fico apaixonado por toda demonstração de inteligência e independência.
Todo dia uma mulher diferente. Aquela que estava fazendo compras com a um ar distante, aquela com andar atrapalhado… Aquela que gosta da mesma banda que eu. De todas aquelas que entram numa livraria e vão à seção de quadrinhos…
Aquela que me olhou nos olhos… E aquela que come macarrão com feijão…
Fico apaixonado pela beleza singela, aquela que não se percebe de relance, que deve ser contemplada. A beleza que a pessoa finge não ter, talvez por excesso de humildade ou falta de auto-estima… Aquela beleza linda e maravilhosa. Que parece tão perto de mim. Talvez porque só eu saiba aprecia-la.
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Estou quase oficialmente curado do fim da minha ultima relação ![]()
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