Meu assunto predileto…
15 Março, 2009
.. é a Cris… não tem jeito!
meu querido diário: novidades no front…
4 Fevereiro, 2009
Eu vivi uma semana mágica ao lado de uma pessoa.
Foi fulminante. Foi intenso, carinhoso, delicado, leve e desesperado. Foi lindo. Foi algodão-doce, foi jujuba. Foi sala e cozinha. Foi gostoso. Foi apimentado. Na medida certa. Foi, acima de tudo, embriagante. Embriagado de amor, perdidamente bêbado.
A gente se conheceu na quarta e a empatia foi quase instantânea. Tudo começou por causa de um vinho. Que eu gosto e ela adora. Gewurztraminer da Alsacia… Quem não conhece não imagina do que ele é capaz. E isso foi só o começo, a gente se entendeu em um monte de coisa, e seria assim o resto da semana
Na quinta a gente ficou. Eu comprei um Gewurz e a chamei para beber. E por incrível que pareça, ela aceitou!!! Sim! Sim!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ela disse sim, e vamos beber HOJE! Foi lindo. A gente ficou só no final da noite. Quando eu gosto de alguém eu fico meio travado. Fico querendo que tudo aconteça da forma mais natural. Eu estava nas nuvens ao lado dela. Acabou que ela tomou a iniciativa. Do jeito que eu gosto. Adoro! Adoro quando uma mulher me beija.
No sábado eu a pedi em namoro. A gente passou o dia juntos. Ela cozinhou. Ela fez uma massa. Tipo, pegou farinha, ovo, água…e de repente tinha um macarrão no meu prato. Bom demais… e ela ainda fala que, apesar de estarmos em 5 pessoas, tudo aquilo foi em minha homenagem… é claro que eu derreti escutando isso…
E foi assim, no domingo, na segunda, na terça…
Na quarta. A gente dormiu junto. Num quarto de hotel. Foi fantástico. No meio da noite, eu precisei que dizer estava amando. Fazia tempo que isso não acontecia. Não foi aquele “Voce me ama? – sim, eu te amo”. Foi honesto. Foi necessário… falar que estava apaixonado não fazia mais a cabeça. Ela não perguntou nada, não falou nada. A gente estava calado, abraçados, às altas horas da madrugada. E veio! Eu tive que falar. Escapou. Saiu, foi quase uma reação fisiológica. Eu ainda não repeti isso para ela. Eu só vou falar isso de novo, quando eu tiver certeza do que falo.
Eu só sei a diferença entre amor e paixão quando eu não estou gostando de ninguém. Mas eu estou apaixonado, estou doente. Só penso nela. Então eu fico sem noção.
E tem um detalhe. A gente mora em cidades diferentes. Ela estava de férias em Brasília! PQP! Como é frutrante, saber que tem uma moça, também doente por um beijo meu… e estamos a 250km um do outro.
Na quinta gente se viu, lógico.
Na sexta ela foi embora, com direito a almoço com o sogro!
No sábado foi foda…. sabe esse lance de se embriagar? Pois é, depois sempre bate a ressaca, a rebordosa…
Eu estou aqui agora… curtindo uma puta ressaca, 5 dias depois, a visão começa a clarear. A C. é uma mulher demais, especial, linda. Ela soube se preservar, preservar uma beleza dentro dela que raramente encontrei na vida… E tem um sotaque goiano que é um charme…. que saudade do sotaque dela, bom d+, sô…
E a visão clareia, eu vejo que a gente não pode viver só de amor. Como eu sonhei nessa semana. Ela está longe. Ela não tem internet em casa, a gente começou se falando pelo telefone frenéticamente… Mas em 3 dias de ligações interurbanas já deu pra ver que a conta de telefone vai explodir nesse ritmo… Hoje é o primeira dia que eu não ouço a voz dela. Ela mandou um e-mail estranho. Falando da gente ir com calma, que ela sente minha falta, mas tem uns planos e muito trabalho… Eu começo a sentir um insegurança brotar no fundo do coração… Sei lá… Que droga.
É logico que seria impossível viver nosso namoro no mesmo ritmo e intensidade daquela semana especial. Ia acabar o estoque de açucar do mundo. A gente tem que voltar um pouco mais pra perto do chão… è triste… mas tudo bem, se for pra viver uma história bonita, verdadeira, eu topo…
C., eu acho que eu estou amando…
Uma mulher de verdade
22 Dezembro, 2008
Voltando para casa ele pensou:
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Estou apaixonado! Ela é mulher mais interessante do mundo. Elegante, inteligente. A Cada dia que nos encontramos ela fica mais bonita.
Estou apaixonado por que admiro essa mulher. Ela é livre. Parece ser a mulher mais livre que eu já conheci. Ela tem a liberdade que eu quero ter. De ir, de vir… a liberdade de ser…. de fazer… de sorrir, tem a vida que eu queria ter…
Que mulher é essa…? que me faz inseguro… que me faz pensar nas coisas que eu gostaria de dizer e ainda não tive coragem… que me faz me sentir romântico… e dizer que tudo tem o seu tempo…
Ela é tão perfeita que me dá medo…. como será o seu beijo? Como será o seu sexo? E se não acontecer “A” química?
Como será ter ela para mim? Ela que é tão livre nunca vai ser minha…. no máximo ela estará minha….
A mulher que eu pedi…. a segunda mulher que eu pedi e apareceu…
É muito bom me sentir assim…. fazia tanto tempo que não eu sentia aquela apaixonite bater mais fote…. muito tempo…
E vou te contar… não adianta…. para se apaixonar tem que estar limpo…. tem que estar aberto… tem que esquecer que se quer estar apaixonado… tem que entender como é bom estar sozinho… tem que estar gostando de si mesmo. E de repente acontece… numa passe de mágica….
Acontece tudo de novo…
Mas ela é especial… estou inseguro… o que eu faço pra conquista-la? Ela, uma mulher de verdade… é isso o que ela é…. uma mulher de verdade…
O que é mulher de verdade? Não sei dizer… só sei reconhecer….
Uma pessoa de verdade… só posso admirar… Sonhar… desejar… querer e talvez sofrer….
Mas vale a pena…
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Chegou em casa o homem….
Hoje ele vai deitar pensando nela….
Cicatrizes, Ligeti, domingo
15 Setembro, 2008
Inspirado numa das ideáis de Learning to love you more, da Miranda July.
http://www.learningtoloveyoumore.com/
11. Fotografe uma cicatriz e fale sobre ela.
A Miranda July fez um dos filmes mais lindinhos que eu já vi, “Eu, você e todos nós”. E quando digo lindinho não quero dizer água com açúcar hollywoodiano. Falo de um filme realmente bonito, poético que nos faz crer em sentimentos que eu, como homem, não deveria expressar em público…. Mas não estou aqui para falar do filme… e sim da cicatriz…
Essa cicatriz foi feita há muito… Eu tinha a idade que meu filho tem hoje. Só eu que tinha muitos amigos na rua onde morava, parece que no passado existia mais ciranças…
A gente gostava de brincar de soldado e montar esconderijos, quartéis, bunkers (não conheciamos esse termo na época) e a viagem ia sempre longe. Hoje eu sinto saudade de ter a imaginação que eu tinha naquela época… a Imaginação não, é mais que isso. A gente quase que acreditava nas brincadeiras… era uma imersão total. Uma entrega ao faz de conta, impossível para mim hoje em dia… Não que eu não viva um faz de conta…. mas aquele era mais alegre, mais divertido e mudava todo dia…
A cicatriz… eu lembro exatamente de como ela foi feita. Já estava escurecendo… A gente se escondia em nossa base. O Inimigo estava por perto, a tensão também…. de repente o inimigo aparece, derrubando tudo… eu tomei um puta susto… saí da base correndo e ao passar entre duas paredes de fibra de alguma coisa me cortei… não doeu… nem lembro se sangrou muito… mas a cicatriz ficou… uma cicatriz de guerra, eu poderia dizer…
Hoje essa cicatriz está meio escondida, quase nunca é lembrada, menos ainda percebida pelos outros… Ninguém nunca pergunta dessa cicatriz…. tão legal ela, perto do pulso… sugere perigo, gravidade… atentado… mas não, ninguém sabe que existe… porém eu tenho muito carinho por ela…
Adorei esse exercício…. [aquele site é bem mais interessante do que os "use filtro solar" da vida (na contra, é legal tb)]
resoluções de ano novo/ post esquizofrenico 3
28 Janeiro, 2008
Eu tenho me comprometido em mudar algumas atitudes minhas, principalmente em me satisfazer mais no meu trabalho, ser mais eficiente. Quero lutar por um pouco mais de tempo para descansar. Para isso eu tenho que enfrentar a fera.
Continuo meu caminha para o auto-conhecimento. Tenho trilhado um caminho autodidata. È mais demorado, porém constrói bases mais sólidas. A verdade é que continuo sem grana pra investir mais em mim além dos meus consumismos.
Tenho desfrutado de uma liberdade que há tempos na curtia. Há um 1 ½ ano. Agora percebo as coisas com mais clareza. Quase cometi um grande erro. Desculpa (a possível) franqueza, mas é verdade.
Mas liberdade traz mais responsabilidade com as nossas escolhas. Ainda vivo cheio de dilemas. Não sei o que me faz feliz. E ainda não entendo que a felicidade não está em muitas lugares onde eu insisto em procurar.
Por isso eu acredito na importância do auto-conhecimento. Aprendi isso num livro de negócios. Que também me deu o título do blog. Um salto quântico… o que isso quer dizer ao certo?
Minha felicidade não vai estar em eu pegar mais ou menos mulheres, em comprar mais ou menos coisas. As viagens podem me ajudar no meu processo. Mas se eu não focar nisso vai ser apenas desperdício.
Eu acredito que felicidade não está nas coisas que me fazem igual a um animal, nem naquilo que me faz igual a um homem… mas pensar isso deixa tudo meio sem graça… tudo muito certo. É minha resistência interna…
Percebo agora que me conhecer é conhecer as varias facetas do amor… amar, não o amar Romântico, vocês sabem… Mas eu quero alguém pra mim assim mesmo… e não consigo me convencer do contrário…
Pro-atividade, isso é a senha para tudo. Sair da zona de conforto, diminuir a preguiça, criar coragem, agir… etc…
Não estou gostando de novo…
Quando estou lendo me vem um monte à mente, agora nada. Que saco… que raso… que chato…
Eu não estou feliz…. não me sinto útil, não me sinto relaxado… minha vida por anos tem sido um enorme e grande tensão… Não consigo ser eu mesmo a maioria do tempo, não consigo deixar de divagar o tempo inteiro…Será que sair mais, ir ao cinema,teatro, show de musica, toda semana vai me deixar melhor… o que eu quero de verdade…… Será preguiça minha, falta de pro-atividade? Quero que os insights, que sempre acometeram diariamente voltem… Eu agora tenho mais capacidade de realização… Apesar de que eu poderia estar a anos luz…
Minha infelicidade começa em mim mesmo… Eu me ventando diariamente… porque? Não consigo enxergar. Eu sou muito acomodado…. que mais…
Egoísta… eu acredito que meu filho e meu trabalho já me tiram todo o tempo do mundo, e por isso não devo mais nada a ninguém… mas ficar na minha estou deixando de fazer outras coisas… tem a ver com isso…… quando posso fico na internet o dia inteiro… na faço porra nenhuma…
Fazer mais coisas com pessoas diferentes iria me ajudar…
Mas ainda está tudo muito raso…
Eu busco com isso é mais reconhecimento… minha timidez não me permite as pessoas se aproximarem, e eu sinto falto de receber mais de outras pessoas, meus amigos de sempre já não tem me satisfeito mais…
E me leva pra minha carência… de que?
Deu um friozinho na barriga agora… Esse exercício me fez pensar em coisas que não tinha percebido… gostei…. hehehe….
visitando os parentes
26 Novembro, 2007
Expectativa, eu iria saber um pouco mais da história da minha família, uma parte remota. Mas isso me excitava. Uma chácara. Numa estrada de terra. Uma casinha de madeira, galpões de madeira, ao lado de uma escola de madeira. Madeira não faltava naquela época. Uma casinha de 80 anos. Inteirona. Pequena, aconchegante. Recepção, abraços, cumprimentos. Uma cachorra velha, 2 filhotes. Uma fêmea e um macho. Vamos entrar. Móveis velhos, bem velhos, um fogão velho com panelas velhas. Liga o fogão. O que tem lá dentro? Uma galinha morreu para gente almoçar. Lá fora, um pé de pêssego, junto a ele um pé de alecrim, com seu aroma inconfundível. Me fez lembrar um campo inteiro de alecrim, em uma cidade que eu nunca fui, com muros de pedra. E lá estava ele, um parreiral, que vontade de ter uma parreira em casa. Uvas brancas ainda verdes, parece bola de gude. Fui arrancar uma uva, eu tinha que uma vez na vida comer uma uva direto do pé. A uva estava verde. E o cacho veio junto. Meu Deus, já cheguei fazendo merda. Esconde o cacho no meio das folhas, me senti uma criança que quebra um brinquedo e finge que nada aconteceu. Provei a uva branca verde. Não estava tão ruim assim. Uva Niagara.
Dentro da casa Fotos antigas, desenhos, legendas em italiano. “Riprodutto nel 24 di maggio”. O ano não dá pra ver. Ao lado, uma bacia de ameixas, colhidas na casa do compadre. E logo vem o salame e o queijo, tudo ali da região, caseiro, como não se encontra por aqui. Muitos dedos de prosa. Quero água, bebe da torneira, a água é boa, é do poço ali da frente, ta vendo aquela casinha? A água é um delicia, mas será que é limpa mesmo?Vinho seco ou vinho suave? Vinho seco de uvas não vitis viniferas. Uva da região. O vinho era muito ruim. Cor de groselha. Mas foi um dos melhores vinhos que já tomei. È vinho aqui da região. Um vinho que eu poderia ter feito, se compra de galão, foi servido em garrafa de skol. Tá muito seco? Põe um pouco de adoçante. Ficou melhor ainda, vinho com adoçante, duas gotas. Toda a minha humildade foi posta a prova. Mais uma caminhada pela casa, uma escadinha, bem apertada. Depois vou subir nela. Mais conversa, mais vinho, mais salame, empadão de frango, esse a gente trouxe. O velho fuma, que vontade de pedir um trago. Ligações. Pra avisar que estamos incomunicáveis. Chamada que não completa, eu fico puto. Como eu queria ela ali comigo, queria todos os meus amigos ali comigo, pra ver de onde veio minha família. Historia humilde, do interior, no sul do Brasil. Queria a todos ali, pra sentir o que eu sentia. Aquela sensação de já ter estado ali antes. O prazer das pequenas coisas, de sumir no mapa e ao mesmo tempo se sentir no colo da mãe.
Subi a escada, o segunda andar parece um galpão. Uma cama, mais coisas velhas. No outro quarto a caixa da d’água. Abre a caixa d’água. Água parece bem limpa mesmo. Um foto, muito antiga, um senhor e várias mulheres. Que legal, fico tentando achar alguma bonita ali no meio. Acho um sorriso, bem malandro. Essa devia ser pra frente.
E veio o almoço. Polenta branca, que não precisa mexer muito. Galinha, costela que sobrou de ontem, tomate, palmito, acelga, colhida ali na hora. Pica a folhagem e tempera com o óleo da costela, e fica uma delicia. Língua de boi, que parece um rosbife. Mais frango, mais polenta, uma faca que não corta. Uma faca de dentes, que já ficou banguela. Que vida, tão distante da minha, mas tão encantadora. Uma faca banguela, com uma mesa velha, cadeiras velhas e confortáveis. Fogão velho, panelas velhas. Moradores velhos. Felizes pela visita. Felizes eles parecem ser. Casados a tantos anos. Quanto já viveram? Eles nem brigam tanto. Mais salada. Mais frango. Que delicia!
De sobremesa? Geleira de amora. Bem azedinha. E um café, claro. Que delicia de café. Só faltou o cigarro.
Depois lá pra fora conhecer o quintal. Passamos de novo pela parreira. Passamos pelas galinhas e o poleiro. A cerquinha. E lá uma pitangueira. Enorme, alta como nunca vi antes. A terra aqui de casa não deve ser boa mesmo. Pitanga roxa, pitanga vermelha, das duas. Grama, que um dia já foi bem cuidada. As galinhas nos seguem, fazem as vezes dos cachorros que não entram lá. Mais conversa. Fico um pouco entediado. Volto para casa. Na mesa encontro um pistola? Sim um Luger P08. O que essa arma está fazendo ali? Uma pistola mais antiga que a cidade em que eu nasci. Famosa na mão do exercito nazista. Eu tiro ela do coldre. Olha pra ela. Ela me dá medo. Nem penso em apertar o gatilho, mesmo sabendo que aquela velharia não funciona mais. Volto lá pro fundo. Mais conversa., mais pitanga, folhas de louro que já tínhamos pegado. (continua)
———– uptdated 27/01/08——–
Se fosse para alguém filmar o que eu descrevi agora, seria a Miranda July.
Ps. Essa estória não vai ser continuada… Mas lembra da Luger? Então ela estava funcionando, eu poderia ter me matado brincando com aquela merda… e tinha outra também… Essa outra eu atirei com ela… pela primeira vez na vida eu disparei uma arma de verdade… uma sensasão estranha…. Por isso isso eu preciso da Miranda.
orgulho, confusão e medo
6 Novembro, 2007
Você sabe porque eu não te ligo?
É um pouco de orgulho sim. Apesar de nessa história não haver certos e errados, eu não consigo não pensar que estou “menos errado” do que você. :-\
É um pouco de confusão. Não sei o que fazer. Eu sei que sinto algo muito grande por você. Mas será que é o que você quer, ou ainda o que você precisa? Será que essa história de casamento foi apenas uma grande loucura? Estarei jogando fora um grande amor?
Será que eu devo ir atrás?
E quando penso em ir atrás fico um pouco com medo. De escutar um não. De você não me atender, Nessas situações sempre eu tento me aproximar não dá certo. Medo de não estar percebendo que é hora de deixar quieto mesmo.
Mas será que o fato de eu não te ligar significa que eu esteja paralisado?
Prós:
- Você tb não me liga, eu acredito que ninguém aqui está certo nem errados, então também não pode me cobrar nada.
- Enxergar a situação com um certo distanciamento pode ser saudável
- Eu te mandei um e-mail, que ainda não foi respondido. Então eu pelo menos fiz algum tipo de contato
- Se for pra acabar estamos no caminho certo.
Contras:
- Tenho pensado bastante. Mas isso tb não é suficiente. Por que se as coisas ficarem assim vai chegar o fim do mundo e não vou ter tomado um decisão.
- Bem ou mal, tem sido sofrimento. Cada ligação do meu celular eu penso que pode ser você.
- Eu acredito que para quem já foi noivo a gente merecia uma despedida mais adulta.
- Se for pra continuar estamos no caminho errado.
Eu faço um trato, voce responde meu e-mail e eu te ligo, que tal?
Bjos.
falta algo
29 Outubro, 2007
Sabe o que acho que falta pra a gente?
É construir algo juntos. Independente do nosso casamento.
Eu já pensava nisso antes. Sempre pensei na gente fazendo um duo de voz e violão. Eu tendo algum hobbie em comum. Talvez algum projeto social. Algo que a gente possa planejar juntos, algo que vá além da nossa vida a dois.
Eu resolvi escrever isso. O lucy and the popsonics vão tocar num festival bem grande em São Paulo. Do provedor Terra. Eu fico pensando nos dois… será que o relacionamento deles é fortalecido à medida que a banda ganha mais visibilidade?
para você
27 Julho, 2007
Escrever quando se está tudo bem, é meio chato. Falta aquela eloquencia dos que estão aflitos, tristes, desesperados.
Mas tudo bem, eu venho aqui assim mesmo, porque você merece, merece todos os presentes do mundo.
Porque com você eu tenho paz, estou feliz e completo. Isso é tudo o que eu queria.
O que via ser no futuro, não sei? você? para sempre na minha vida? Vamos nessa, é a escolha que eu fiz. E quero ser feliz seguro.
Agora a gente tem tudo o que eu queria que a gente fosse.
Bjos, e te amo
O passado não assusta tanto…
2 Julho, 2007
Eu acredito que perdoar não é esquecer… Eu lembro para não cometer os mesmo erros do passado. Tenho pânico disso. Perdoar é fazer com que o que passou tenha um significado diferente… o que era antes desrespeito e desconsideração se torna apenas imaturidade ou insegurança. Acho que eu tinha razão, Cada dia que passa os fantasmas do passado me assombram menos… bom né? Por isso que eu não esqueço… para ter sempre a reza exorcista em mente…
…Por isso ainda penso que preciso ser forte… sempre… que possível
