Precisão jornalistica

27 Novembro, 2007

10h, 27 de novembro de 2007

site da BBC Brasil:
Confrontos na França deixam 82 policiais feridos

Site do New york times:
77 Police Officers Hurt in Paris Riots”

Site do CorreioWeb
Revolta de jovens em Paris deixa 30 policiais feridos

Site do Folha Online
Novos confrontos na França deixam 60 policiais ferido”

A BBC diz confrontos, a folha diz novos confrontos. Eu não acompanhei nada do que aconteceu lá.

Então a contagem dos feridos da BBC é geral? desde o inicio desse episodio? E contagem da Folha é de um novo confronto (já houveram outros antes desse) dentro desse novo episodio da história recente da França?

sei lá…

diferenças de atendimento

3 Novembro, 2007

Eu estava passeando pelo blog http://www.nao2nao1.com.br/ onde na primeira página há uma seção de livros recomendados pelo autor, Gustavo Gitti.

Um livro me chamou a atenção.

Resolvi comprar um para mim e outro para a J. Entrei no site da livraria cultura e da Fnac para conseguir o número das filiais aqui de Brasília. A primeira parte deu empate, os apesar de na livraria cultura ter sido um pouco mais fácil, no site da Fnac tb não foi complicado.

Além do livro que havia chamado a minha atenção queria também um livro de David Deida, com o título de “Isso é coisa de homem”. Também recomendação do Gustavo.

Na livraria Cultura consegui a informação que eu queria em exatos 2minutos e 37s. O segundo livro eles não tinham, mas o vendedor me informou que ele poderia encomendar para mim e que demoraria 15 dias para chegar.

Na Fnac foram necessárias 2 ligações. A primeira fui atendido relativamente rápido, mas a mulher me colocou para esperar enquanto atendia clientes que estavam na loja e eu desisti. Não segunda ligação foram necessários 4mim 3 42 segundos para eu ter as informações que eu queria. Eles também não tinham o livro do David Deida, e não me informaram (proativamente) se era possível encomenda-lo ou não.

Vou comprar na Livraria Cultura mesmo.. :-)

Cara!

Esse blog aqui é demais:

http://pisandoemuvas.blogspot.com/ 

A forma passional como ele descreve suas experiências enológicas é incrível.
Mostra um conhecimento e uma cultura muito acima da média. E a linguagem é extremamente fluente e agradável. recomendo 100%

E eu lendo esse blog tomando um Marco Luigi. Beleza, temos que valorizar o nosso produto. Mas perdeu a graça…

Eu nunca tinha falado de um blog  assim aqui, foi mal, foi mal B., foi mal Luisa, minhas fieis leitoras, foi mal cuckoo, eu te amo…

Foi mal para meus minutos de sono a menos para escrever isso aqui…

Mas o cara tem a manha… nem comentei issopor lá… mas tudo bem…

Não sei se queria escrever igual ele ou se gostaria de beber os vinhos que ele bebe… hum… acho que a segunda opção…

hehehehehe

Campanha interessante.

Ainda mais para quem está fora do orkut, como eu :-)

Não que um exclua o outro. Mas o orkut é muita socialização e pouca idéia. Sem contar que aquilo é uma tentação pra espionar ex-namorada que adora fazer juras de amor virtualmente. E acha que isso é demostração publica de afeto…

Pedir desculpas é reconhecer que errou. É aceitar com humildade que não é possível ganhar sempre. Aqueles que admitem o erro estão mais preparados para crescer. Se sentem mais leves.

Ontem ela me pediu desculpas. Eu também pedi desculpas. Peço desculpas a todos que eu envolvi falando demais, abrindo coisas que deveriam ser só minhas.

Nós temos Eu tenho a tendência a fazer o papel de vítima diante das circunstâncias. Estou lendo um livro – Metamanagement; Fredy Kofman – com certeza o melhor livro de negócios que eu já li na minha vida. Um dos melhores livros que já li na vida de qualquer categoria.

Há um capítulo denominado “Responsabilidade incondicional”. O autor tem uma teoria que um problema só é um problema para quem assim o enxerga. Só é um problema se me afeta. Um problema amoroso meu pode ser em verdade uma rica fonte de estudo para um psicólogo, por exemplo.

Ele argumenta que muitas vezes são somos os culpados pelos problemas que acontecem com a gente. Muitas vezes não somos os responsáveis por algo ruim que nos acontece. Mas que, se isso nos afeta, nos tornamos responsáveis diante desse problema.

Se por um lado às vezes não temos culpa daquilo que nos atormenta, o autor afirma que a maneira como reagimos à situação é algo que ninguém pode tirar da gente. Se alguém te fez sofrer, você é única pessoa que pode escolher se sentir vitimada ou aprender com isso e se tornar alguém mais forte.

Eu acho que ter uma visão otimista do mundo é fundamental nessas horas. A forma como você reage em meio à turbulência é o que mostra toda a sua grandeza e sabedoria.

encerrando ciclos

11 Dezembro, 2006

updated – 11-fev-2007 -
Estou fazendo um update nesse post que é o que mais traz gente a este blog
——-

Então, Como vocês podem ler no segundo comentário deste post esse texto parece realmente não ser do Paulo Coelho…

Já que você chegou até aqui, leia o resto do meu blog, aceito críticas também…
———

Não sei se é do Paulo Coelho, mesmo se for, que seja! (preconceituoso, eu?)

Esse texto é muito bom!

“Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em
permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o
sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o
nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa
dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente
cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se
perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que
eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas
em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu
marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão
encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao
ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no
passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes
tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes
que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor
intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam
ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir
recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar
os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o desfazer-se de certas lembranças
significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir
embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes
ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que
reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare
de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que
mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas
envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que
sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo
novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais
voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem
aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode
parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando
ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas
porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a
porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e
se transforme em quem é.”
por Paulo Coelho