Campanha interessante.

Ainda mais para quem está fora do orkut, como eu :-)

Não que um exclua o outro. Mas o orkut é muita socialização e pouca idéia. Sem contar que aquilo é uma tentação pra espionar ex-namorada que adora fazer juras de amor virtualmente. E acha que isso é demostração publica de afeto…

Frustração na implosão

23 Janeiro, 2007

correio braziliense

Em Brasília havia o esqueleto de um prédio à margens do Paranoá. Havia, ele foi implodido no dia 22. Ele estava fora dos padrões urbanisticos da cidade e por isso a obra foi embargada e o prédio nunca foi terminado.

Aquele esqueleto fazia parte das minhas lembranças mais antigas do visual costeiro do lago Paranoá. Há pelo menos uns 10 anos eu ouço que ele ia ser implodido e que com certeza eu não perderia essa.

Fiquei sabendo que o prédio ia ser implodido no mesmo dia em que seria executada a obra. Me programei, mas acabei enrolando no escritório do meu pai, pois tinha certeza que, como é de costume no Brasil, a implosão ia atrasar. ( em verdade eu teria que escolher ir para lá cedo e com fome ou ocmer uma galinhada rapidinho e sair correndo)

Quando me dirigia para o lago sul, Era 12h30, talvez 2 minutos a mais ou menos. Era hora prevista para o fim do prédio, eu passava na esplana e vi uma nuvem gigante de poeira no horizonte. Putz!!!!!!!!

tinha perdido a implosão… fiquei muito decepcionado….

Mesmo assim continuei seguindo meu caminho em direção à Ermida Dom Bosco, onde eu havia inicialmente planejado ver a implosão. A ponte JK estava bombando! Lotada de gente. Fiquei com inveja daquele pessoal que havia escolhido super mal a ponte como lugar para de ver o acontecimento. A Ermida era muito melhor: Bem em frente ao prédio. Mas pelo menos o pessoal da ponte viu alguma coisa. Eu só vi poeira… e escrombos mais tarde…

Acabei ficando com preguiça de ir à ermida só para ser um dos primeiros a ver a nova configuração do horizonte brasiliense, e entrei na QI 26, onde eu sei que também uma vista legal do local do antigo prédio.

Vi os escombros, me bateu uma melancolia de leve…. já tinha me acostumado com o esqueleto daquele prédio.

Fumei um cigarro, pensei na vida. é… a cidade está crescendo

Estou com preguiça de escrever a respeito. Cada um já deve ter a sua opnião formada.

Vou colocar apenas uns links que ensinam a burlar o bloqueio da Brtelecom.

http://dnbl.wordpress.com/2007/01/07/burlando-o-youtube/

http://dmonteiro.wordpress.com/2007/01/07/como-acessar-o-youtube/

http://diegoxavier.wordpress.com/2007/01/06/desbloquear-o-youtube/

 

Eu gosto de informatica, computadores, pocket pcs, celulares, video-games… ou seja meu nível nerd é bem acentuado… mas não entendo porra de nenhuma de redes e proxys e estou com uma preguiça danada de ir atrás disso só pra ver vídeos no youtube….

Agora eu fico imaginando os milhões de usuários comuns para quem o computador serve basicamente para usar o office, gravar cd de musica e acessar a internet, e que pensam que o internet explorer é o único navegador existente no mundo…. essa galera não vai se coçar tao cedo para descobrir essas historias de proxys e afins….  

é isso.

Pedir desculpas é reconhecer que errou. É aceitar com humildade que não é possível ganhar sempre. Aqueles que admitem o erro estão mais preparados para crescer. Se sentem mais leves.

Ontem ela me pediu desculpas. Eu também pedi desculpas. Peço desculpas a todos que eu envolvi falando demais, abrindo coisas que deveriam ser só minhas.

Nós temos Eu tenho a tendência a fazer o papel de vítima diante das circunstâncias. Estou lendo um livro – Metamanagement; Fredy Kofman – com certeza o melhor livro de negócios que eu já li na minha vida. Um dos melhores livros que já li na vida de qualquer categoria.

Há um capítulo denominado “Responsabilidade incondicional”. O autor tem uma teoria que um problema só é um problema para quem assim o enxerga. Só é um problema se me afeta. Um problema amoroso meu pode ser em verdade uma rica fonte de estudo para um psicólogo, por exemplo.

Ele argumenta que muitas vezes são somos os culpados pelos problemas que acontecem com a gente. Muitas vezes não somos os responsáveis por algo ruim que nos acontece. Mas que, se isso nos afeta, nos tornamos responsáveis diante desse problema.

Se por um lado às vezes não temos culpa daquilo que nos atormenta, o autor afirma que a maneira como reagimos à situação é algo que ninguém pode tirar da gente. Se alguém te fez sofrer, você é única pessoa que pode escolher se sentir vitimada ou aprender com isso e se tornar alguém mais forte.

Eu acho que ter uma visão otimista do mundo é fundamental nessas horas. A forma como você reage em meio à turbulência é o que mostra toda a sua grandeza e sabedoria.